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COMO PREPARAR SEU SITE PARA SER CITADO PELA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

  • Foto do escritor: Sprint Dados
    Sprint Dados
  • 11 de fev.
  • 2 min de leitura

Na semana passada falamos que uma das Mega Tendências da Skift para 2026 é o fim do SEO (Search Engine Optimization), e início da nova era de GEO (Generative Engine Optimization). Trata-se da transformação mais radical no marketing desde o surgimento do Google, em que, diferente do SEO, que busca cliques em links, o GEO foca em ser citado nas respostas resumidas da IA. Estamos agora no mundo "Zero-click", onde são as IAs que respondem diretamente às dúvidas, eliminando a visita ao site.

E, claro, isso afeta diretamente o setor de viagens! Essa transformação exige que destinos, hotéis e agências repensem suas estratégias digitais para manterem-se relevantes.

Assim, no post de hoje vamos falar sobre os pilares centrais do novo marketing turístico e como sua empresa pode melhor se posicionar nessa nova era:


1. De SEO para GEO (Generative Engine Optimization)

A estratégia de SEO tradicional, focada em ranquear links no Google, está sendo complementada ou substituída pelo GEO (Generative Engine Optimization).

  • O Objetivo do GEO: Garantir que um destino ou serviço seja citado e recomendado pelas IAs (como ChatGPT e Gemini) durante a conversa com o usuário.

  • Influência vs. Cliques: O foco deixa de ser apenas o tráfego para o site e passa a ser a influência sobre a narrativa e a construção de autoridade dentro da resposta sintetizada pela IA.


2. Da Digitação ao Diálogo (Fim da Busca Tradicional)

Durante anos, o marketing focou em termos genéricos como "roteiro de viagem em São Paulo". Mas, agora, o comportamento do viajante mudou para perguntas complexas e contextuais, como: "Vou viajar a São Paulo a trabalho e pretendo estender a viagem em 1 dia para turistar. Gosto muito de gastronomia! Quais restaurantes têm um clima descontraído, moderno e autêntico?". A partir de agora, o turista não irá mais "procurar", mas sim "perguntar" a assistentes de IA que responderão com sugestões personalizadas.


3. Estratégia de Conteúdo para o "Turista Digital"

Para que o marketing turístico seja eficaz na era da IA, o conteúdo deve ser otimizado seguindo critérios técnicos específicos:

  • Fragmentação (Chunkability): O conteúdo deve ser estruturado em pequenos blocos informativos e independentes que a IA possa extrair facilmente (chunks).

  • Densidade Semântica e Dados: Em vez de descrições vagas ("hotel maravilhoso"), o marketing deve usar fatos, estatísticas e entidades específicas (ex.: "hotel premiado com nota 9.5 em acessibilidade").

  • Ganho de Informação: A IA prioriza conteúdos que adicionam algo novo, como pesquisas originais ou análises exclusivas de especialistas.


4. A Jornada de Compra e as Novas Métricas

A jornada do viajante tornou-se fragmentada e não linear. A IA agora atua como uma formadora de opinião, influenciando a preferência do consumidor antes mesmo do primeiro clique.

  • Buscas "Zero-Click": Em 2025, estima-se que 27% das buscas sejam resolvidas diretamente na interface da IA, sem que o usuário precise clicar em sites externos.

  • Tráfego Qualificado: Embora o volume de cliques possa diminuir, os visitantes que chegam ao site após uma recomendação da IA são mais propensos à conversão, pois já foram "pré-qualificados" pela conversa.


Em resumo, o cenário agora é outro: mais do que ser encontrado em uma lista de resultados, o marketing turístico agora precisa garantir que o destino seja relevante dentro da conversa do viajante com a inteligência artificial!

 

Sua estratégia digital já está preparada para o mundo do “zero-click”?

 
 
 

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